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Instalações


​​​​​​EDIFÍCIO SEDE - LISBOA


 

O edifício sede do IDN situa-se na Calçada das Necessidades, inserido na Tapada das Necessidades num antigo espaço que, em tempos, foi o Picadeiro Real e mais tarde, designado por Picadeiro Militar.


Este edifício disponibiliza três auditórios, dois localizados no 1.º piso, tendo um  capacidade para 199 pessoas e outro para  42 pessoas. O 3.º auditório situa-se no 3.º piso  e constitui uma sala polivalente, cuja capacidade é adaptada ao evento a realizar. Neste piso funciona também o refeitório do Instituto. No referido piso 1 localiza-se ainda a Biblioteca do IDN .

Edifico IDN - Lisboa
 

 

 

  

DELEGAÇÃO DO IDN - PORTO


 

A delegação do IDN no Porto está situada no Forte de São João Baptista da Foz, também conhecido como Castelo da Foz. Nesta Delegação decorrem quase todas as atividades constantes da programação do Instituto da Defesa Nacional. No auditório equipado com um moderno sistema de videoconferência é possível assistir e frequentar seminários, conferências e cursos. A par das transmissões a partir de Lisboa, existem alguns cursos e conferência especificamente desenvolvidos pelo IDN para esta Delegação, alguns dos quais em parceria com entidades locais.

Para apoio aos auditores e para todos os que dela necessitem, existe uma pequena biblioteca, equipada com meios informáticos, onde se pode aceder ao acervo da Biblioteca do IDN.

Para além da sua vertente formativa o IDN acolhe no Forte, ao longo do ano, eventos de cariz cultural tais como: exposições de pintura, escultura, fotografia, sessões de poesia, palestras e lançamentos de livros.

O Forte está aberto ao público.
Horário: 09h00 às 17h00

Encerra: 25 de dezembro, 1 de janeiro e feriados.
A entrada é gratuita.
Podem ser agendadas visitas guiadas ao complexo.

 

Um pouco de história...

Estrategicamente localizado na foz do Rio Douro, o Forte de São João Baptista da Foz, pela sua importância histórica foi classificado, pelo IPPAR, como Imóvel de Interesse Público. (Decreto n.º 47 984, DG, I Série, n.º 233, de 6-10-1967). Mandado edificar em 1567 pela a rainha regente, D. Catarina, para defesa da foz do Douro, compreende no seu conjunto, além do forte quinhentista atribuído ao mestre de fortificações Simão de Ruão, a primeira igreja renascentista edificada em Portugal e o Palácio de Dom Miguel da Silva, Bispo de Viseu, ambos do arquiteto Francesco de Cremona (1526-1547), conta ainda com vestígios arqueológicos da ermida de São João Baptista edificada à época do Condado Portucalense.

No período que se seguiu à Restauração da Independência com o plano da Coroa Portuguesa de reestruturação da defesa costeira e modernização das fortificações, o Forte foi alvo de alterações pelo engenheiro francês Charles Lassart.

Em 7 de junho de 1808, em protesto às invasões napoleónicas deu-se o celebre episódio do “hastear da Bandeira Nacional” em aclamação ao Príncipe Regente pelo Sargento-Mor Raimundo José Pinheiro.

A sua função como edifício militar de defesa costeira chegou ao século XX.
No ano de 1921 residiu no Forte com seu marido, António José Marques Guimarães, um dos oficiais da guarnição, a poetisa Florbela Espanca.

Mais curiosidades em Programa Visita Guiada/RTP:

https://www.rtp.pt/play/p5656/e409​133/visita-guiada


 

Organização

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